sexta-feira, 17 de maio de 2013

Não sabe por onde começar o desenho?

A professora pediu para fazer um desenho:
Apareceu uma ideia na sua cabeça.

Mas logo você desistiu, porque não sabia como colocar aquilo no papel, por não ter referências de como desenhar aquilo.

Tudo bem. A intenção aqui é ajudar a resolver o seu problema, com um banco de dados de referência para designes artísticos. Veja por si mesmo(a) e nunca mais desista de começar um desenho por "não saber por onde começar":

http://pinterest.com/characterdesigh/

6 comentários:

  1. Nossa, achei muito válida essas referencias! Eu mesma tenho muita dificuldade em começar um desenho, fico sempre desenhando tudo com o mesmo traçado, quase sempre que do mesmo jeito... Parabéns pelo blog e pela postagem, ajuda muito especialmente porque tenho um aluno que desenha super bem e as vezes ele me pede ajuda e o máximo que posso fazer é dar um apoio moral haha agora quem sabe eu consiga ajudá-lo mais!

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  2. Demais estas ferramentas!!!
    Trabalho no 1º ano do E.F., e as criancinhas pensam em desenhos geniais, tem ideias muito legais, mas nem sempre conseguem transferir para a folha segundo a imaginação.
    Estes dias tive um aluno que chorou, pois ao fazer o rosto do pai, não conseguia o expressar de forma realista. E nós, professores, não sabemos muitas vezes como ajudar.
    Mas agora eu sei, graças a sua dica!
    Super válida, ADOREI!!!

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  3. Desenhar deveria fluir tão sequencialmente quanto escrever. Penso que treinássemos o desenho na mesma medida que treinamos a escrita, todos seríamos desenhistas satisfeitos. Mas, infelizmente fomos "castrados" e "castramos" nossos alunos, quando não, os formatamos:

    O menino e a rosa - Helen Buckley

    Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande.
    Uma manhã, a professora disse:
    - Hoje nós iremos fazer um desenho.
    "Que bom!"- pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos... Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar.

    A professora então disse:
    - Esperem, ainda não é hora de começar!
    Ela esperou até que todos estivessem prontos.
    - Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.

    "Que bom!". Pensou o menininho. Ele gostava de fazer flores. E começou a desenhar bonitas flores com seus lápis rosa, laranja e azul.

    A professora disse:
    - Esperem! Vou mostrar como fazer.
    E a flor era vermelha com caule verde.
    - Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

    O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso... Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora.
    Era vermelha com caule verde.

    Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:
    - Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.
    "Que bom!". Pensou o menininho. Ele gostava de trabalhar com barro. Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões. Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.

    Então, a professora disse:
    - Esperem! Não é hora de começar!
    Ela esperou até que todos estivessem prontos.
    - Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.
    "Que bom!" - pensou o menininho.
    Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.

    A professora disse:
    - Esperem! Vou mostrar como se faz. E ela mostrou para todos como fazer um prato fundo.
    - Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

    O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso. E fez um prato fundo, igual ao da professora.

    E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar, e a fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.
    Então, aconteceu que o menininho teve que mudar de escola. Essa escola era ainda maior que a primeira.

    No primeiro dia a professora disse:
    - Hoje nós vamos fazer um desenho.
    "Que bom!"- pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que fazer.
    Mas a professora não disse nada. Apenas andava pela sala.

    Então, ela foi até o menininho e disse:
    - Você não quer desenhar?
    - Sim, disse o menininho, e o que é que nós vamos fazer?
    - Eu não sei, até que você o faça, disse a professora.
    - Como eu posso fazê-lo?
    - Da maneira que você quiser.
    - E de que cor?
    - Qualquer cor, disse a professora.
    - Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar?
    - Eu não sei... disse o menininho.

    E então, ele começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde.

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  4. Adorei a dica do site!! Vou usar com as minhas crianças! Beijocas

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  5. Por onde começar? Eis a questão que castra muitas mentes criativas.

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    1. Você tirou as palavras da minha boca. Muita vezes depois do primeiro risco a criatividade flui de um jeito inimaginável...

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