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sexta-feira, 24 de maio de 2013
O EFEITO DA MÚSICA
O EFEITO DA MÚSICA
De acordo com a definição de Wikipédia,´´a música é uma forma de arte que se constitui basicamente em combinar sons e silêncio seguindo uma pré-organização ao longo do tempo``.Essa área da arte tem um efeito e um poder real sobre o corpo e a mente humana.
Eu sempre quis ser instrumentalista.Infelizmente,não teve grande oportunidade.Porém,eu ja participei como corista num coral evangelho.Naquela coral,eu fiz uma experiência incrivel.Um de meus pais tava muito doente.Naquele tempo me sentia muito mal.Eu tava desanimado,nao dava para comer,dormir,estudar... O unico momento eu me sentia um pouco melhor,foi quando eu cantava na coral.Foi como se fosse a minha tristeza não existia mais.Eu conseguia esquecer o meu problema aquando da repetição da coral.
Aquela experiência que eu teve com a música,me faz pensar que a música pode ajudar as crianças á aprender melhor,esquecendo as problemas sociais e familiares quando elas estão dentro da escola.Embora maioria dos pedagogos musicais defende que a música vale por si mesma e que é um erro tentar utilizá-la como meio para atengir outros fins,lembra Maria Helena Vieira,do Instituto de Estudo da Criança (IEC) da Universida do Minho.
Com vocês, Raul Seixas...!
Estamos em um blog sobre arte na Educação.
Mas será que essa educação "tradicional" a que estamos acostumados, que adestra para a competição, a mesmice, a visão unilateral de mundo, que instila alguns preconceitos na pretensão de eliminar outros, que perpetua e estimula a supremacia de testes como o vestibular, que transforma os alunos em robôs padronizados, especialistas em fórmulas de matemática e em regras de português (quando prodígio, porque é difícil ver essa "educação" criando especialistas em algo que não seja memorização, conformismo e automatismo), que prega, muitas vezes, valores e objetivos de vida que, quando alcançados, são diluídos em seu significado pelo impacto da realidade, por um sistema que está sempre preocupado "com o seu futuro" sem valorizar o seu AGORA, enfim, essa escola que, em grande parte, conhecemos e que, por sermos vários de nós a termos sido "adestrados" por ela, temos dificuldades agora de perceber o equívoco (porque não temos outras referências), será que essa ESCOLA pode mesmo oferecer uma abordagem artística significativa e consciente, ao invés de apenas mascarar essa necessidade com uma "aulinha" de artes às segundas?
O que precisamos mudar em nossa ideia sobre o que é uma escola para que possamos, de fato, ver as dimensões artística, criativa, simbólica, corporal, espiritual (não confundir com proselitismo religioso), sentimental, afetiva do ser humano contemplada em seu processo de "formação"?
Arte na Educação não é apenas para se enfeitar blog ou para ilustrar utopias.
A Arte na Educação também serve para conceder significado à vida que, infelizmente, é deslustrada por nossa civilização em troca dos usufrutos mais imediatistas e fugidios que existem.
ISSO GERA DOENÇA. (Depois não sabemos de onde surgem tantas desordens psíquicas e emocionais que nos assolam nos dias atuais...).
Ouvimos muito falar em "Educação Integral". Mas será que realmente estamos olhando o ser humano em sua integralidade quando pensamos nele em seu processo de formação?
Graças a Deus houve um sujeito, ironicamente inteligente, que soube dizer àqueles que têm "ouvidos de ouvir" o diagnóstico e o resultado para essa abordagem simplista, superficial e negligente que damos ao ser humano desde criança.
Com vocês, Raul Seixas:
segunda-feira, 20 de maio de 2013
De que forma o cinema pode auxiliar em sala de aula?
Vemos em sala de aula a
dificuldade cada vez maior dos alunos quanto à produção de texto. Isso pode
estar relacionado, à enorme possibilidade de acesso a informação que os quais
possuem hoje em dia, através, principalmente, da Internet. Isto representa um
empecilho ao desenvolvimento, por parte dos alunos, de uma percepção crítica do
mundo, na medida em que “não estabelecem as necessárias conexões entre os fatos
presentes com suas causa e consequências”. Ai está, sobretudo, o papel do
professor em estabelecer essas relações para, com isso, levar o aluno a
construir conhecimentos. Nesse sentido a linguagem cinematográfica pode servir
como ferramenta para construção dessas relações, pois apresenta um outro olhar,
linguagem e sentidos para a compreensão de fatos e acontecimentos, o que pode ser
utilizado pelo professor para auxiliar na produção de texto dos alunos. Para um
maior aprofundamento do assunto indico a leitura do texto: “CINEMA E EDUCAÇÃO:
POSSIBILIDADES, LIMITES E CONTRADIÇÕES”. Para acessá-lo, clique aqui: http://setimaartefaeufmg.files.wordpress.com/2011/12/cinema-e-educac3a7c3a3o-possibilidades-limites-e-contradic3a7c3b5es.pdf
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Onde você quer estudar?
Sempre quis estudar em Stanford, Harvard, Berkeley, mas nunca teve oportunidade de fazer um intercâmbio? Que tal frequentar aulas dessas e de outras universidades ao redor do mundo - incluvive as melhores do Brasil - sem sair de casa? E, melhor, ainda, sem sair da frente do computador?
Há algum tempo isto se tornou possível através dos Moocs - cursos virtuais gratuitos, em nível universitário - que consistem em vídeo-aulas disponibilizadas por essas universidades, abrangendo as mais diversas áreas do conhecimento.
Não é emitido nenhum tipo de certificado, mas, na minha opinião, isto é o menos importante. Acredito que esta inovação pede uma discussão muito maior do que a possibilidade de certificação à distância: trata-se de uma revolução no acesso ao conhecimento.
De acordo com informações do CETIC, o Brasil tem hoje 80 milhões de acessos mensais à internet, dos quais 66% procuram por educação e treinamento (Fonte: Porvir). Este dado é apenas uma amostra do quanto as pessoas se interessam por educação. Neste sentido, o oferecimento de cursos por universidades de referência dá uma nova face a esta busca por educação: a seriedade e credibilidade das informações estudadas.
Basta encontrar um tema de interesse e clicar o play.
| (Quem quer ser um universitário?) |
Não sabe falar inglês? Isso não é mais um impedimento: o Veduca é um portal brasileiro que reúne vídeo-aulas de mais de dez universidades ao redor do mundo (inclusive as brasileiras USP e Unicamp) e a grande maioria dos vídeos já possuem legenda em português. Há cerca de 5.400 vídeo-aulas e 250 cursos disponíveis.
E aí, por onde começar?
Arte em 3D
Ficou interessado pelo conteúdo da última postagem?
Então conheça dois outros artistas que realizam trabalhos semelhantes aos de Julian Beever:
Então conheça dois outros artistas que realizam trabalhos semelhantes aos de Julian Beever:
Tracy Lee (EUA) -
John Pugh (EUA) -
Paz!
O trabalho artístico de Julian Beever
Este trabalho é do artista inglês Julian Beever. Sim, isto que você está vendo foi desenhado sobre uma calçada de tal forma que, dependendo do ângulo que se observa, o efeito final é em três dimensões. Mas é tudo plano.
O artista brinca com as noções de perspectiva e proporção, jogando com as linhas de fuga e criando obras mágicas.
Já imaginou explorar este trabalho nas aulas de educação artística e geometria?
Veja abaixo um trabalho de Julian Beever observado de dois ângulos diferentes:
Gostou?
Veja mais obras do artista em: http://www.julianbeever.net/
Um pouco das nossas experiências com a arte na escola...
Quando busco na minha memória as experiências
que tive com arte na escola, vejo que ela se deu basicamente nas aulas de educação artística, com atividades de
artes plásticas. Segundo João Francisco Duarte Jr., em seu livro “A montanha e
o videogame”, a histórica predominância do desenho deve-se ao fato dele ser
visto como preparação para trabalhos “sérios” e “úteis”, exigidos pelo mercado,
como o desenho arquitetônico e industrial e, além disso, pelo “desenho livre”
não exigir, aparentemente, conhecimentos técnicos dos professores leigos. Infelizmente
não tive, na escola, experiências com o teatro e dança – com exceção daquelas
apresentações esporádicas em datas comemorativas - tendo que buscar por fora o
encontro com essas linguagens artísticas. Essa exclusão representa uma grande perda
para os alunos, que não tem oportunidade de usar o corpo como um instrumento expressivo e de permitir que “os
impulsos, desejos e sentimentos que habitam nossa corporeidade possam aflorar”
(DUARTE JR., 2010, p.38). Vocês que
estão lendo nosso blog, tiveram oportunidade de trabalhar o corpo – e não só o
intelecto – nas suas experiências escolares? Conte para nós um pouco de sua
história...
Não sabe por onde começar o desenho?
A professora pediu para fazer um desenho:
Apareceu uma ideia na sua cabeça.
Mas logo você desistiu, porque não sabia como colocar aquilo no papel, por não ter referências de como desenhar aquilo.
Tudo bem. A intenção aqui é ajudar a resolver o seu problema, com um banco de dados de referência para designes artísticos. Veja por si mesmo(a) e nunca mais desista de começar um desenho por "não saber por onde começar":
http://pinterest.com/characterdesigh/
Apareceu uma ideia na sua cabeça.
Mas logo você desistiu, porque não sabia como colocar aquilo no papel, por não ter referências de como desenhar aquilo.
Tudo bem. A intenção aqui é ajudar a resolver o seu problema, com um banco de dados de referência para designes artísticos. Veja por si mesmo(a) e nunca mais desista de começar um desenho por "não saber por onde começar":
http://pinterest.com/characterdesigh/
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Argila + Cinema = Magia
Muitas vezes, no ambiente escolar, as expressões artísticas são subestimadas em relação ao seu retorno financeiro no mercado de trabalho. Contudo, não somente engenheiros, médicos e empresários têm grandes oportunidades de aliar realização profissional a expressivas oportunidades empregatícias.
O exemplo do cearense Alex Oliver, mostrado na reportagem acima, ilustra muito bem esse panorama.
Como um exemplo nacional, Alex Oliver nos mostra que, com esforço, paixão e dedicação pessoal, as potencialidades artísticas de cada um, muito embora negligenciadas por muitas instituições de ensino no processo de formação do indivíduo, reservam enormes possibilidades para quem quer aliar sua criatividade, habilidade e esforço à carreira prfssional.
Além do dinheiro, o reconhecimento e a satisfação vêm juntos com o salário.
Site do artista: http://www.alexoliver.com.br/
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